Translate

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Vinho a Nós a Vossa Arte: "Métamorphose du tonneau"



Um pouco da vida e história de um artesão francês...

Um pequeno produtor nascido em Le Creusot, em 1965, filho de um professor e mãe costureira, formou-se na ` l'école d'Autun `. Assim foi ter o começo de sua história por vinte anos como artesão de retauração mobiliaria e objetos antigos. Desde esse período resultou em algumas premiações como o  "Grand Prix International de la Créativité", com a cadeira de esculturas "Dionysos" para a competição "Around Baco" em 2002/2003. 

Bem, desde 2007  começa então seu próprio projeto em sua oficina (ESAT), como instrutor também de pessoas com deficiência, apartir das paletas de barricas nasce o `` Métamorphose du tonneau"
Da forma mais poética e incrível depois que o barril já viveu o seu conteúdo, Didier expressa sua arte em tributo as curvas e cores que essa madeira possui. A construção de sua arte ás vezes lhe submete a longas reflexões, já que o arco muitas vezes lhe obriga uma perícia técnica, o que certamente lhe aguça o apetite por criatividade, para cada surto criativo nasce uma ``borboleta``.

O aperfeiçoamento e o resultado originam-se de muita exploração do seu conceito, e certamente, algumas pessoas poderão ser tentadas a reproduzi-lo mas é um trabalho onde Didier  desenvolveu por anos e detém conhecimento, o que pode parecer fácil é arriscado,  devido a serem peças formas côncavas ou convexas e com  juntas inatingíveis pela maioria dos artesãos. Uma vez dominada essa técnica, as possibilidades criativas são bem amplas.

Bem, essa parece ser sua missão, a sua capacidade de explorar esse novo mundo e assim aperfeiçoar seus métodos de trabalho. Para saber mais sobre a sua "Coleção Diogenes" e a idéia de "Métamorphose du tonneau" basta entrar em contato!


 www.facebook.com/didierguenardmetamorphosedutonneau
didier.guenard@orange.fr
  +33 385 448 706
   03 85 44 87 06


Touché!



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Paladar, uma evolução constante.



       Como tudo em nossa volta que quanto mais praticamos, mais experimentamos, cada vez mais então evoluimos, melhoramos, com o vinho não seria diferente. Assim, como passamos 90% da nossa vida envolvidos com alimento e os outros 10% vivendo, rs... um pouco de exagero meu para descontrair... Acredito que nada melhor que sermos tão atentos e reforçarmos mais essa cumplicidade não só com o que comemos e assim com o que bebemos.





Sempre estaremos aptos a escolher o vinho para nossas refeições dependendo dos aromas predominantes das uvas de forma independente se entendermos nosso paladar cada vez mais.

Sob o ponto de vista do vinho, ao passo que em boca, temos diferentes sensações em um mundo de sabores via a zona de nossa língua.

Olfato retronasal: quando o vinho atinge a parte de trás do palato, ou simplesmente mantem na boca, desprendendo aromas que circulam pelo ``tubo`` que liga a boca ao nariz ( tubo nasofaríngea)  e assim nos parece que o ``cheiro`` vem pela boca.

Gosto: podemos apreciar os sabores do vinho, e destinguir entre doce, salagado, amargo e ácido. As reações químicas na sensibilidade da mucosa, como a adstrigências e agulha.

Adstringência: os taninos produzem a precipitação da mucina (sustancia que atua como lubrificante da saliva) e por outro tanto produz uma sensação de secura.
``Agulha``, é a sensação produzidapor dióxido de carbono em vinhos e produz uma língua coceira agradável.
Sensações táteis, como suavidade, fluidez, consistência, etc ...
E, claro, temperatura.
Após beber o primeiro gole de vinho que analisamos, temos que considerar várias etapas:

Ataque: os primeiros 2-3 segundos do vinho na boca, começa-se a apreciar o sabor doce.

Evolução: a partir de 4 "a 12", mais ou menos,perde-se força no doce e começar a dar forma aos ácidos (principalmente) e amargo.

Impressão final: os ácidos diminuem e o amargor e o que predomina.
Pós- gosto: cuando quando já engoliu (ou cuspiu) são as sensações de vinho que nos deixa na boca.

Na foto pode-se ver as áreas da lingua com que os sabores são capturados, bem como, por exemplo, você vai perceber que o gosto amargo é capturado com o lado da língua, e o doce com a ponta .

Essa é a melhor dica para ajudar a entender a evolução do vinho e na captura de seus sabores para melhor apreciação.

A recomendação final, é que antes que se coloque o vinho na boca de modo que possa aprender mais com cada vinho é cheira-lo ate uma 3vezes, com essa analise olfativa podera com a evlolução em boca, tentar associar esses sentimentos a que cada variedade compõe nos seus aspectos de fermentação e envelhecimento, ou em outro qualquer aspecto que detectar.

Feliz degustação sempre.

Touché!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Definitivamente, qual é o conceito de ``Vinho de Autor``?

     Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves - RS - 2010

Exemplos de Vinho de Autor no Brasil? 

Bettú de Vilmar Bettú, Domínio Vicari de Lizete e Augusto Vicari, Tormentas de Marco Danielle. Digo os mais conhecidos por mim, não todos que existem.

O que é Vinho de Autor? ou ainda o que espera o enófilo de um vinho de autor ou de garagem?



O sentido para chamar um vinho de autor, é quando começa seu projeto desde a  videira até o consumidor final, com essa assinatura irretocável. Normalmente, um enredo que começa na colheita onde decisões são tomadas, como de que parte desse vinhedo ou quais as cepas independentes serão capazes de alcançar características que irão delinear aí o rumo de vinhos especiais. 

A colheita é estimada que seja feita em tempo ideal, que as uvas sejam colhidas MANUALMENTE e cuidadosamente assim transportadas para a adega em recipientes pequenos para a garantia da integridade das uvas. Uma vez lá passam por uma tabela de classificação, onde cachos e folhas que não atendam a alta qualidade do projeto são removidos.
Após sua fermentação, o vinho passará por barricas  que melhor atendem suas propriedades, para seu tanino em boca e nariz, de modo que o conjunto e a madeira contribuam com a personalidade do projeto do vinho, do vinhedo e da terra.
No engarrafamento, as condições de temperatura e ausência de oxigênio, mantem a peculiaridade ao passo que se voltem ao projeto e possam em último descansar e estar na taça para consumo e para o entendimento do consumidor sobre seus aromas varietais, entrada e persistência, retrogosto no paladar e memórias que resumem esse conceito de ``Autor``.

No Brasil, vinhos de autor e vinhos de garagem tem em comum produzir vinhos em pequena escala, e é o que os enófilos apreciadores desses vinhos esperam, que eles sejam únicos, sejam raros... e são! uma vez que esse país tem uma carga fiscal pesada, e limite ao empresário ou pequeno produtor a realização dessa aventura ou sonho, melhor dizer assim, porque além de raro torna-se muitas vezes caro.

Madame do Vinho, com Sônia Denicol em São Paulo é a principal representante dos vinhos do projeto vinhateiro no Brasil, e para quem busca melhor conhecer, também pode entrar em contato

Informações e pedidos:
55 11 97135-­1013 
madamedovinho@terra.com.br
http://madamedovinho.blogspot.com.br 
Facebook: Madame do Vinho


Touché!